Município de Paredes de Coura

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Festa do Emigrante 2026
FESTA DO EMIGRANTE qua_5 ago_ 19H00 | Museu Regional   O grupo Irmãos & Amigos dá as boas-vindas aos nossos courenses da diáspora, em mais uma tradicional Festa do Emigrante, que tem lugar esta quarta-feira, 5 de agosto, a partir das 19h00, no Museu Regional de Paredes de Coura. A Festa do Emigrante promete voltar […]
publicado a 5 de Agosto de 2026

FESTA DO EMIGRANTE

qua_5 ago_ 19H00 | Museu Regional

 

O grupo Irmãos & Amigos dá as boas-vindas aos nossos courenses da diáspora, em mais uma tradicional Festa do Emigrante, que tem lugar esta quarta-feira, 5 de agosto, a partir das 19h00, no Museu Regional de Paredes de Coura.

A Festa do Emigrante promete voltar a encher de alegria e afetos o Museu Regional, permitindo o reencontro de amigos e familiares neste regresso à sua terra para a confraternização entre as suas gentes. Uma iniciativa dedicada aos nossos conterrâneos que um dia deixaram as suas raízes na procura de uma vida melhor, mas que mantêm laços inquebrantáveis com a Paredes de Coura que os viu nascer.

Entre petiscos tradicionais, abraços e muitos sorrisos, esta Festa do Emigrante é ilustrada pela música e as canções tipicamente alto-minhotas trazidas pelo grupo Irmãos & Amigos, mas também pela espontaneidade e os sons contagiantes trazidos pelos tocadores de concertina.

‘Paredes de Coura – no espaço e no tempo’

Num outro âmbito, esta quarta-feira também fica marcada pela apresentação na Galeria Noroeste da monografia ‘Paredes de Coura – no espaço e no tempo’, de Henrique Rodrigues.

Assim, a partir das 17h00, no espaço expositivo da Agência Crédito Agrícola de Paredes de Coura, na Rua Conselheiro Miguel Dantas, dá-se a conhecer este importante contributo para que possamos melhor compreender a história do concelho.

Ao longo de 388 páginas, a monografia ‘Paredes de Coura – no espaço e no tempo’ centra-se predominantemente nas dinâmicas populacionais e migratórias das terras de Coura oitocentista, a emigração e emigrantes deste município.

Aos tempos da outorga do Foral, pode-se caracterizar estas terras como área marcadamente agropastoril. Já o recurso às Memórias Paroquiais, de 1758, proporcionam uma viagem ao tempo de setecentos. Esta fonte, de carácter religioso, é um bom repositório de informações sobre o que se produzia em cada terra, mas reúne também muitos outros dados relativos à população, ortografia, hagiografia e quadro religioso, arquitetura e monumentos existentes, hidrografia e demais aspetos de predominância económica e social. Não menos importante é a abordagem à pecuária: o gado bovino, suíno, caprino, ovino e equídeo, mapeadas estas espécies pela sua distribuição pelo concelho.

 

 

 

 

 

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